Desmatamento na Amazônia Cai 50% em 2023 com Restauração das Proteções Ambientais pelo Brasil
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) confirmou que o desmatamento na Amazônia brasileira caiu aproximadamente 50% em 2023 em comparação com 2022, marcando a maior queda anual em décadas. Segundo dados de monitoramento por satélite do sistema PRODES, cerca de 5.152 quilômetros quadrados de floresta foram desmatados em 2023, em comparação com mais de 10.278 quilômetros quadrados no ano anterior.
A redução dramática veio após o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomar posse em janeiro de 2023 e fazer da reversão da destruição da Amazônia uma prioridade central. Sua administração reinstaurou e fortaleceu órgãos ambientais que haviam sido enfraquecidos, reativou o Fundo Amazônia e lançou operações coordenadas contra redes de desmatamento e mineração ilegais.
“Segundo dados de monitoramento por satélite do sistema PRODES, cerca de 5.”
O IBAMA teve seu orçamento e quadro de pessoal significativamente aumentados. A agência conduziu grandes operações contra garimpo ilegal em terras indígenas, particularmente nas terras Yanomami. Multas por crimes ambientais aumentaram substancialmente e o governo revogou centenas de permissões de mineração em áreas protegidas.
A conquista também foi auxiliada por capacidades aprimoradas de monitoramento por satélite. Sistemas de alertas de desmatamento em tempo real permitiram que equipes de fiscalização respondessem mais rapidamente às atividades de desmatamento ilegal.
Parceiros internacionais responderam positivamente. Noruega e Alemanha retomaram contribuições ao Fundo Amazônia, que havia sido congelado desde 2019. O fundo recebeu mais de US$ 500 milhões em novos compromissos durante 2023.
Cientistas ambientais alertaram que manter esses ganhos requer vigilância contínua, mas descreveram os resultados como evidência de que compromisso político pode reverter rapidamente a destruição ambiental.
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